A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Caxias do Sul promove nesta quinta-feira (22.12), a partir das 14h, no Salão Nobre do Centro Administrativo, a entrega oficial do relatório final com os dados completos, por região, do Cadastro Ambiental Rural (CAR) do Município.
Conforme os levantamentos finais, foram cadastrados 4.062 imóveis rurais, nos sete distritos de Caxias. O período de execução do trabalho foi de 16 meses. A elaboração do CAR totaliza um investimento na ordem de R$ 1,8 milhão e faz parte dos programas previstos no Plano Municipal da Mata Atlântica (PMMA). MDEMA), com a coordenação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA).
O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um levantamento qualitativo das propriedades rurais do Município, algo como a carteira de identidade da propriedade, visando um efetivo zoneamento ambiental (rural). Para a execução do projeto a SEMMA elaborou uma cartilha orientativa do CAR, para facilitar a compreensão dos proprietários. Também foram realizadas 25 reuniões preparatórias que envolveram 1.964 agricultores de todo o interior de Caxias.
O CAR é um cadastro eletrônico com informações autodeclaratórias, de responsabilidade do proprietário rural, que farão parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR). O Cadastro Ambiental Rural é obrigatório. É uma base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas do Brasil. Com a situação regularizada, o agricultor pode ter acesso a créditos e a programas sociais. Em Caxias do Sul, todo esse serviço foi oferecido gratuitamente a todos os proprietários rurais.
A coordenadora do projeto do Cadastro Ambiental Rural de Caxias, Vanise Sebben, comenta o que será apresentado à comunidade. “Temos como resultado que 85% dos imóveis rurais cadastrados apresentam a Reserva Legal em conformidade com o Código Florestal. Isso é mais que um número, é uma prova de que é possível produzir sem deixar de preservar”, descreve..

600 mil mudas de flores também foram plantadas neste período

O Programa Ambiental da Administração Municipal, gerenciado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiental o “Caxias Mais Verde” tem como objetivo tornar a cidade de Caxias do Sul mais florida e alegre, ajudando a melhorar a qualidade de vida das pessoas e as condições ambientais de nossos espaços públicos, além de sensibilizar o cidadão sobre a necessidade de cada vez mais “pensar verde”.

Em quatro anos foram plantadas cerca de 24 mil mudas de árvores nativas e mais de 600 mil flores. No que diz respeito a manutenção de áreas públicas foram feitas em torno de 11 mil podas. Os investimentos com as mudas de flores são na ordem de R$ 850 mil e na aquisição de equipamentos para o setor de Praças, Parque e Jardins (PPJ) foram de R$ 839 mil.

O programa está ancorado no cuidado, na manutenção e na preservação e foi com essa perspectiva que o Município investiu em planejamento e estratégias para a melhoria da qualidade de vida no meio urbano. Nesse sentido, as áreas verdes como parques, canteiros, jardins, praças, rótulas e outras áreas passíveis de ajardinamento foram elementos cruciais nos investimentos.

O secretário municipal do Meio Ambiente, Adivandro Rech, salienta que “as áreas verdes assumiram um papel primordial nos esforços para melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável. Afinal, assegurar o cuidado e o comprometimento com esses espaços, mesmo na era do desenvolvimento, é um árduo trabalho de gestão compartilhada e exige grande engajamento e compromisso com a gestão ambiental.

Fonte: Prefeitura Municipal

Foto: Sadi Vieira/Ass.Prefeit.

Evento vai ocorrer às 15h no auditório do Centro Administrativo

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA), promove a solenidade de premiação e o lançamento do Calendário Ecológico 2017 na próxima quarta-feira (30), às 15h, no auditório do Centro Administrativo. Os vencedores dos 15 desenhos que compõem o Calendário receberão premiação, troféu e certificado. Em 2016, participaram 45 escolas com o total de 685 desenhos inscritos.

A edição 2016 do Concurso Calendário Ecológico de 2017 teve como objetivos: fomentar o debate, a informação e fazer com que os professores incentivem os estudantes a refletir sobre o tema proposto para os desenhos “Caxias mais verde: Uma história em evolução”. Além de incentivar a participação individual e coletiva das crianças e jovens, o resultado dos desenhos demonstram que os estudantes estão sendo preparados para se tornarem agentes protetores e transformadores do meio ambiente

Fonte: Prefeitura Municipal

Foto: Divulgação

Na ocasião, foi apresentado o diagnóstico socioambiental realizado nas áreas de influência à comunidade.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Caxias recebeu, na última quarta-feira (23), o primeiro relatório da oficina Participativa (OPI) referente ao Plano de Manejo do Monumento Natural Municipal Palanquinho, realizada no último dia 28 de outubro, no Salão Paroquial do Distrito de Criúva.

O diagnóstico socioambiental do Monumento Natural Palanquinho inclui a sua localização e acessos, avaliação dos aspectos legais e fundiários e a caracterização dos meio físico, biótico e socioeconômico, de acordo com o Termo de Referência do processo licitatório, onde a empresa Greentec Ambiental foi a vencedora.

Conforme o subprefeito de Criúva, Luiz dos Reis, este processo foi esperado pela comunidade com ansiedade. “Os moradores de Criúva querem que o Monumento seja uma oportunidade de incrementar o turismo da região”.

Fonte: Prefeitura Municipal

Atividade integra a programação do mês do servidor 2016

A Prefeitura de Caxias do Sul encerrou na última sexta-feira (18), na Sala de Fotografia Liliane Giordano, a Oficina ‘Fotografia da Natureza’. A atividade integra a programação do Mês do Servidor 2016. A fotógrafa Liliane Giordano ensinou a escolha, o uso e os cuidados com o tipo de equipamento mais adequado para a prática da fotografia na natureza, além de explicar os princípios da fotografia moderna e a sua aplicação, passando por conceitos como luz, clima e cor.

O Mês do Servidor 2016 contempla uma série de ações e eventos comemorativos, formativos e de integração, como forma de valorizar e reforçar a importância do papel do servidor público perante a comunidade. A programação conta com o apoio do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiserv) e do Samae.

Fonte: Prefeitura de Caxias do Sul

Foto: Cristiane Vieira da Silva/Prefe.

A partir de um estudo de componentes e fornecedores, dois alunos de engenharia da Faculdade da Serra Gaúcha (FSG) conseguiram reduzir os custos de produção de uma torre de iluminação, utilizada para iluminar obras noturnas. A proposta foi desenvolvida em um projeto de Extensão do curso de Engenharia Elétrica, em parceria com a empresa que produz as torres – Lintec, integrante do grupo Agrale.

O projeto dos alunos Anderson Fortes e Geovan Rech, sob a orientação do professor Clauber Ferraso, pode tornar o produto mais competitivo no mercado. Os estudantes trabalharam durante quatro meses e sugeriram alterações nas lâmpadas, reatores, alternadores e radiadores. Sem perder eficiência de iluminação, seria possível reduzir os custos em até 12,2%.

Além de sugerirem alterações no modelo original, a dupla também projetou um novo modelo, utilizando lâmpadas de LED. Como a lâmpada de LED consome menos energia para funcionar, oferecendo boa qualidade de iluminação, o projeto ficou ainda mais barato: redução de até 120% no preço de venda do produto original.

Fonte: Faculdade da Serra Gaúcha

Foto: Divulgação/FSG

Equipamento do Instituto de Saneamento Ambiental irá impulsionar as pesquisas na área ambiental e agronômica

O Instituto de Saneamento Ambiental (ISAM) recebe, nesta semana, um veículo aéreo não tripulado (VANT). A equipe do ISAM e professores do curso de Agronomia realizam treinamento durante dois dias, nesta segunda-feira, dia 21, e na terça-feira, dia 22, no Campus-Sede e no Campus Universitário de Vacaria. O equipamento permitirá a geração de imagens aplicadas às zonas urbana e rural.

O VANT poderá obter informações de uma determinada área agrícola, desde a fase do plantio até a colheita, e em áreas urbanas. As capturas são consideradas de alta precisão, com grande resolução espacial, além de terem ampla área de imageamento. As fotografias são feitas pelo equipamento em tempo real e se diferenciam das coletas de satélites pela precisão e aproximação das imagens.

“O equipamento favorece a tomada de decisão pelos produtores rurais, gestores municipais e empreendedores. Os dados coletados podem ser utilizados para identificar áreas plantadas, verificar o estresse hídrico, analisar as deficiências nutricionais, os ataques de pragas ou ainda as doenças que afetam as folhas e comprometem a produtividade”, explica a diretora do ISAM, professora Vania Schneider.

A aquisição do equipamento deverá impulsionar as pesquisas do Instituto e da área agronômica na UCS por suas potencialidades de uso e geração de informações e conhecimentos aplicados às mais diferentes áreas do conhecimento.

Fonte: Universidade de Caxias do Sul

Foto: Divulgação

Programação tem palestra, oficinas, sessão de Yoga e almoço ecológico

O 1º Encontro da Agroecologia da Serra Gaúcha, que se realizará durante o domingo, 4 de dezembro, no salão da Paróquia Santa Catarina, em Caxias do Sul, terá palestra, oficinas, sessão de yoga e almoço ecológico. A partir das 9h, ocorrem oficinas gratuitas sobre compostagem doméstica, produtos naturais de higiene e de limpeza, manejo saudável da horta, aproveitamento de frutas nativas, cultivo de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC’S) e demonstração do projeto ambiental local Alquimia do Óleo, que propõe soluções para o descarte do produto. À tarde, haverá um momento de Yoga para participantes.

Às 10h30min, a engenheira agrônoma Maria José Guazelli, idealizadora da produção orgânica em Ipê e em Antônio Prado, falará sobre a importância da ecologia no dia a dia para uma melhor qualidade de vida. Ao meio-dia, será servido um almoço ecológico ao custo de R$ 45 por pessoa.

Mais informações podem ser obtidas com a professora Valdirene Camatti Sartori pelo (54) 3218-2663.

Foto: Cláudia Velho/Divulgação

Temperaturas nas alturas, praias mais salgadas

Secas prolongadas, altas temperaturas, quebra de safras agrícolas, perda de biodiversidade..A lista de problemas associados ao aquecimento global é extensa – e não para de crescer. Um novo efeito preocupante do fenômeno? O aumento da salinidade da água do mar.

Em estudo recente publicado na revista Scientific Reports, pesquisadores observaram que o aumento da temperatura tem um poderoso impacto sobre a evaporação ao longo da costa, o que, por sua vez, torna a água do mar mais salgada.

Os cientistas enxergam com preocupação esse processo, especialmente nas zonas costeiras, que suportam uma rica variedade de criaturas marinhas e de plantas.

As taxas de evaporação – e salinidade – são determinadas principalmente pela temperatura e umidade relativa do ar, enquanto os fluxos de maré e de ondas ajudam a diluir o teor de sal de uma praia.

Neste estudo, os cientistas analizaram os efeitos da evaporação sobre o fluxo das águas subterrâneas e sobre a salinidade na zona intertidal da praia (ou zona entremarés), que corresponde à zona do litoral que fica exposta ao ar durante a maré baixa e que permanece submersa durante o resto do tempo.

Na costa de Slaughter Beach, em Delaware, a equipe mediu concentrações de sal de 25 gramas por litro (g / L) na parte mais superficial da água, durante a maré baixa, o que levou os pesquisadores a esperar que a água durante a maré alta teria níveis semelhantes ou mesmo inferiores de salinidade, uma vez que nesses níveis a água do mar avança sobre a terra e se mistura com as águas subterrâneas, menos salgadas.

No entanto, eles descobriram que a salinidade média da chamada zona intertidal superior (a linha da maré alta) foi de 60 g / L, com alguns valores chegando a 100. “Estes níveis elevados só podem ser causados por evaporação, já que não há outro mecanismo para aumentar o sal na água intersticial, que fica presa entre os grãos de sedimentos”, disse Xiaolong Geng, principal autor do estudo.

Fonte: Planeta Sustentável

Foto: Divulgação

Saiba como seria o mundo se os alimentos chegassem, de fato, às pessoas que mais precisam deles

De um lado, um em cada três alimentos produzidos no planeta vai parar no lixo. De outro, uma em cada oito pessoas vai dormir com fome todos os dias. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mais da metade do desperdício (54%) acontece ainda nas etapas iniciais da produção, manipulação e armazenamento após a colheita. O restante se perde nas etapas de processamento, distribuição e consumo. Mas como seria o mundo se cada grão, fruta, verdura e legume fosse realmente aproveitado?

Em primeiro lugar, seria possível mudar a equação da insegurança alimentar, acredita Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu. Isso porque o mundo produz alimento o bastante para alimentar 12 bilhões de pessoas (cinco bilhões a mais do que a atual população da Terra). Além de reduzir a oferta nas gôndolas, o desperdício faz com que os produtos encareçam, já que causa prejuízo de R$ 1,6 trilhão ao ano – e, como você verá abaixo, não é só esse número que é superlativo.

Atualmente, enquanto 1,3 bilhão de toneladas de comida é desperdiçada no mundo todo, 795 milhões de pessoas não tem o que comer. Essas perdas podem significar a diferença entre uma dieta adequada e a desnutrição em muitos países, localizados especialmente na África e no Sul da Ásia, afirma o Banco Mundial. No Brasil, o desperdício é ainda superior à média mundial: metade das nossas bananas, morangos e alfaces vai para o lixo. Mais da metade dos resíduos brasileiros (58%) é composta por comida, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Na outra ponta, 7,2 milhões de pessoas passam fome no país, de acordo com a FAO.

O fim do desperdício também mexeria diretamente no bolso dos consumidores. Além de ter acesso a produtos mais baratos, ao não jogar comida fora, as famílias brasileiras poupariam R$ 90 todos os meses. A estimativa do Instituto Akatu, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda aponta que cada família descarta, em média, 20% dos alimentos que compra.

 

foto: Divulgação

Fonte: Planeta Sustentável